Archive for the ‘Manutenção’ Category

Catalisador deverá trazer selo do Inmetro

terça-feira, abril 27th, 2010

Já está em vigor a norma que torna obrigatória a aplicação do selo de avaliação de conformidade do Inmetro nos catalisadores de veículos leves no país. A partir de agora, os componentes destinados à reposição só poderão ser fabricados ou importados com a gravação estampada na peça e/ou na embalagem do produto.

A medida visa combater o comércio de peças falsificadas ou de baixa qualidade e controlar a poluição. As lojas de peças terão até abril de 2011para se desfazer dos estoques antigos. Após essa data, quem for surpreendido com itens sem certificação será autuado por fiscais do órgão.

Alta do álcool eleva custo de manutenção do carro

segunda-feira, dezembro 14th, 2009

De janeiro a novembro de 2009, o álcool hidratado (ou etanol) utilizado nos carros movidos com motores Flex já acumula uma alta de 17,3% nas bombas dos postos. O combustível já é o grande responsável pelo aumento dos gastos do motorista este ano, de acordo com pesquisa da Agência AutoInforme.

Segundo a agência, o custo para o uso e manutenção do carro subiu 3,51% em novembro - a maior alta mensal desde setembro de 2005, quando chegou a 3,62%. Já a inflação acumulada do carro neste ano atingiu 7,38%. Este indicador é mais que o dobro da inflação medida pelo IGP da Fipe: 3,47% de janeiro a novembro.

As maiores elevações para o motorista aconteceram em meados no segundo semestre, na entressafra da cana de açúcar. Em novembro, o álcool liderou os aumentos dos itens de manutenção com uma alta de 13,31%, seguido do filtro de óleo (+2,68%), seguro total (+2,19%)  e filtro de ar (+2,09%). Os itens que mais caíram foram bateria (-2,13%), lavagem simples (-1,32%) e lona de freio (-0,42%).

O que você acha dos constantes aumentos no preço do álcool?

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Fábrica faz do mecânico de bairro um parceiro

quarta-feira, setembro 16th, 2009

A Fiat lançou um portal (www.reparadorfiat.com.br) para dar suporte técnico aos mecânicos independentes. Por esse endereço, o profissional poderá ter acesso ao catálogo de peças dos modelos da marca, a dicas de reparo, acessar palestras e informações sobre assistência técnica e consertos rápidos, além de comparar peças originais com as de mercado paralelo.

Mais uma vez a marca sai na frente, constatando uma realidade do mercado: muitas pessoas preferem reparar seus veículos em mecânicos de bairro, em vez de levá-los nas revendas autorizadas.  Em minhas andanças por oficinas, vi profissionais quebrando a cabeça para identificar uma determinada peça, antes de substituí-la, por não ter um catálogo técnico original para consulta. Algumas fábricas sequer fornecem este tipo de literatura aos reparadores independentes, que são considerados como concorrentes. A maioria dos mecânicos é obrigada a recorrer a cópias em CD ou DVD.

Só agora as fábricas estão descobrindo a importância dessas pessoas na divulgação da imagem de um veículo. Eles são formadores de opinião e interferem na decisão de compra de seus clientes. No meu trabalho como jornalista presenciei muitos modelos de carros caírem em desgraça junto aos mecânicos por causa de manutenção difícil, da falta de componentes, do preço elevado das peças ou do difícil acesso a informações.

A Fiat mesmo teve essa experiência com o pequeno 147 e o sedã médio Marea. Com esse tipo de suporte técnico saem ganhando o mecânico, o consumidor e a fábrica.

E você, o que acha desse tipo de apoio vindo de uma montadora?

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Só 74% fazem revisão do carro dentro da garantia

terça-feira, julho 28th, 2009

Pesquisa feita pelo Gipa, órgão internacional especializado em estudo de mercado pós-venda, indica que 78% da frota brasileira (estimada em 28 milhões de veículos), ou seja 22 milhões de unidades, já têm mais de três anos de uso. Esses veículos já estão na mão do segundo dono e já rodaram cerca de 110.000 quilômetros. A idade média é calculada em 9,2 anos.<p>

Realizado com mais de quatro mil pessoas, o levantamento revela também que só 74% dos motoristas levam o veículo para revisão no período de garantia e que para escolher uma oficina para fazer reparos os principais critérios são confiança no estabelecimento e qualidade do serviço prestado. O dado mais curioso é que 14% dos entrevistados disseram que entregam o veículo a oficinas de confiança ainda dentro do período de garantia do fabricante.<p>

O estudo mostra que 51,7% das visitas a oficinas de carros de 3 a 4 anos de uso acontecem por motivos preventivos e 48,3% por motivos corretivos. Mas, à medida em que o veículo ganha mais idade, esse índice cai - ele baixa para 48% com cinco anos, 46% com 10 anos e 39% com 20 anos. Isso significa que quanto mais aumenta a idade do veículo, menor é o cuidado do motorista com a sua manutenção.<p>

O que você achou dos resultados dessa pesquisa?

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Saiba como cuidar do catalisador do seu carro

quarta-feira, maio 6th, 2009

Escondido debaixo do chassi ou dentro do compartimento do motor, o catalisador geralmente é esquecido pelo motorista na hora de fazer a manutenção do carro. Além de neutralizar os gases tóxicos lançados na atmosfera, ele tem um importante papel no funcionamento do veículo. Quando deixa de operar adequadamente, ele rouba potência, reduz a força do motor e aumenta o consumo de combustível e a emissão de poluentes.

Apesar de ter uma durabilidade estimada em cinco anos ou 80 mil quilômetros pelos fabricantes, o catalisador pode sofrer danos durante o seu uso e ter a vida útil encurtada caso não receba os devidos cuidados.

Fazer o carro pegar no tranco, insistir demasiadamente nas partidas, dar bombeadas no acelerador, colocar óleo em excesso, descuidar da manutenção do sistema de ignição ou usar com frequência combustível adulterado reduzem gradativamente a sua eficiência e provocam o seu entupimento.

A explicação é a seguinte: a gasolina não queimada desce pelo coletor do escapamento e se aloja no catalisador. Quando o motor pega, ela entra em combustão em seu interior, fundindo o componente. Já o óleo fica retido no componente, aumentando a carbonização e bloqueando a passagem dos gases.

O outro vilão são as batidas do assoalho do carro em lombadas, que provocam a quebra do seu miolo de cerâmica, onde é feita a reação química dos gases, exigindo a sua troca.

Se o motor de seu automóvel perder repentinamente a força ou apresentar ruídos parecidos com os de pedras soltas dentro do escapamento é um sinal de que a peça pode estar danificada e deve ser substituída.

Além de todos esses cuidados, o motorista deve ficar atento às peças falsificadas, que prejudicam o rendimento do motor e aumentam a emissão de gases.

E lembre-se, um problema nesse componente pode sair caro para o motorista. O preço de um catalisador, segundo a Sicap (fabricante do equipamento), pode variar de R$ 260 (no caso de carro popular) a R$ 3.600, para modelos importados de luxo.

Você já teve algum problema com o catalisador de seu carro?

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Qual é o óleo ideal para o motor do seu carro?

terça-feira, abril 28th, 2009

Foto: Ricardo Couto/Blog AutoEstrada

Tenho um VW Gol 1.0 8v, ano 2003, e gostaria de saber qual é o óleo correto para ele, pois já está com 90.000 km rodados. No manual, indica óleo 5w40, porém venho utilizando o Castrol 10000, que é mineral 15w40. Já me disseram que o melhor seria utilizar um sintético ou semi-sintético 10w40 e outros me disseram que pela quilometragem o certo seria um óleo 20w40. Fica a dúvida, qual deles é o melhor para o motor do meu carro?

Mauro Sérgio

Não sei se o motor de seu Gol é a gasolina ou se já é Flex. Em ambos os casos, a escolha do óleo correto deve seguir as recomendações do fabricante do veículo. Essas informações você pode encontrar no manual do seu automóvel. As especificações, 5w40, 10w40, 20w40, que você vê nas embalagens, se referem a óleos multiviscosos e têm a ver com a resistência do lubrificante à variação de temperatura. Eles se classificam em várias categorias, sendo que a SJ é a mais utilizada pelos veículos atuais.

A escolha entre mineral, semi-sintético ou sintético também deve se basear na indicação da montadora. Geralmente, a fábrica recomenda os óleos semi-sintéticos e sintéticos para motores com projetos mais modernos - que incluem cabeçote de 16 válvulas, turbocompressor ou comando de admissão variável, entre outras tecnologias - e de elevado desempenho.

A Volkswagen indica para seus modelos fabricados até novembro de 2002, movidos exclusivamente a gasolina, o óleo semi-sintético, SAE 10w40. E para os modelos a gasolina ou Flex, fabricados a partir de dezembro de 2002, o sintético, especificação 5w40. Esses óleos possuem aditivos que mantêm por mais tempo a viscosidade e a composição química do produto, resistindo à formação de borra causada por contaminação externa (leia-se combustível adulterado ou a ação da gasolina e do álcool).

Toda montadora recomenda uma marca específica de lubrificante, depois de testá-los em seus laboratórios. Mas isso não quer dizer que ele não possa ser substituído por outro, desde que atenda as mesmas características e especificações. A própria Volkswagen cita em seu site uma lista de óleos equivalentes de outras marcas que podem ser utilizados pelo dono do carro, mas não faz distinção entre lubrificantes para motores pouco ou muito rodados.

Há pouco tempo, alguns fabricantes recomendavam o uso do óleo sintético porque, entre outras vantagens, permitiam ampliar os prazos entre as trocas. Atualmente, com a queda da qualidade do combustível, a adulteração e o uso constante do álcool nos motores Flex, elas reduziram esses períodos, praticamente igualando-os aos do óleo mineral (em torno de 5.000 km).

Existem no mercado lubrificantes especialmente desenvolvidos para motores cansados (acima de 100.000 km), como é o caso do Lubrax Alta Rodagem e Castrol GTX Alta Quilometragem, entre outros, que de acordo com os fabricantes dos produtos contêm aditivos que limpam os resíduos, melhoram a vedação dos cilindros, previnem vazamentos e reduzem o consumo e a emissão de fumaça. Só que eles têm especificação 25W50 e 25W60.

Para obter mais informações, consulte os sites ou os telefones de atendimento ao consumidor dos fabricantes de óleos. O da Petrobras é www.br.com.br (SAC: 0800-789001) e o da Castrol é www.castrol.com e o endereço de contato com o serviço de consultor técnico é fale.conosco@bp.com.

Como achar vazamento de água no motor do carro

quinta-feira, abril 23rd, 2009

Reservatório de expansão do radiador (Foto: Ricardo Couto)

Reservatório de expansão do radiador (Foto: Ricardo Couto)

Comprei um Ford Fiesta hatch, ano 2003, faz uns 20 dias. Rodei uns 400 km. Quando estava dirigindo observei que o ponteiro do mostrador da temperatura do carro estava alto demais. Ao abrir o capô, percebi que o reservatório de expansão estava com o nível muito baixo. Coloquei quase um litro e meio de água. Chequei o carro todo e não localizei nenhum vazamento. Levei-o a uma oficina de radiador e o mecânico também não achou nada. É normal o Fiesta perder tanta água, pois meu pai tem um VW Fox e o seu nível nunca baixou?

Carlos Eugênio

Não é normal, Carlos. Um carro em bom estado de manutenção não perde água desse jeito. Antes de levar a um mecânico seria bom você observar melhor o problema para ver se localiza o ponto do vazamento. Geralmente, a perda de água se dá por causa de braçadeiras frouxas ou desgastadas, rachaduras em mangueiras, perfuração do radiador, pane na bomba d’água, ou ainda rompimento do reservatório de expansão ou má vedação de sua tampa.

Outro problema muito comum ocorre em veículos que têm sistema de ar quente. Para aquecer o interior do veículo, o equipamento (que fica embaixo do painel, atrás do console central) conta com uma serpentina, por onde circula a água do motor. Com o tempo de uso, esses tubos costumam vazar, deixando o líquido escapar por dentro do compartimento do motor ou na cabine. Mancha frequente no carpete é sinal de que há vazamento interno.

No caso do Fiesta, um dos pontos vulneráveis é o alojamento da válvula termostática (peça responsável pelo equilíbrio da temperatura e eficiência térmica do motor), que devido ao ressecamento de sua cobertura plástica ou rompimento do anel de vedação pode provocar a fuga de água.

Pode ser também que seu carro tenha sofrido um superaquecimento, que queimou a junta e causou um vazamento na junta entre o cabeçote e o bloco. Quando o motor ferve pode acontecer o rompimento dessa vedação e a água infiltrar nos cilindros ou se misturar ao óleo do motor. Os dois casos podem ser identificados pela mudança de cor nos eletrodos das velas ou no lubrificante, que fica esbranquiçado. Cuidado ao colocar água fria no motor muito aquecido, pois pode causar o empenamento do cabeçote. O nível só deve ser completado com ele bem frio.

Para fazer um teste simples, complete o nível e deixe o carro ligado (em marcha-lenta) na garagem e fique observando o motor e a temperatura. Espere a ventoinha entrar em ação algumas vezes e depois espie com atenção o chão e os pontos por onde a água possa vazar - coloque uma folha de jornal no piso para poder enxergar melhor a presença de pingos.

Só tome cuidado com o ventilador, porque ele entra em funcionamento automaticamente e pode causar ferimentos. Muita atenção também ao abrir a tampa do reservatório de expansão - espere o motor esfriar totalmente -, pois a água quente sob pressão pode espirrar e queimar as suas mãos e o rosto.

Se depois de tudo isso o vazamento não for detectado, leve o veículo a um mecânico experiente e de confiança para fazer um check-up completo no sistema de arrefecimento. E boa sorte.

Que dica você dá para resolver esse problema no carro?

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Quando limpar os bicos injetores do motor?

quarta-feira, abril 15th, 2009

Foto: Ricardo Couto/Blog AutoEstrada

Foto: Ricardo Couto/Blog AutoEstrada

É realmente necessária a limpeza dos bicos injetores dos automóveis de passeio? Muitas pessoas dizem que não. O manual do carro não cita isso, mas sempre que vamos ao mecânico e falamos sobre manutenção, como troca de velas, filtros e outros itens, eles vêm com essa história de limpeza de bico injetor, que não sai por menos de R$ 50.

Herminio Malicia

Não existe um prazo estabelecido para se fazer a limpeza dos bicos de combustível - a maioria das montadoras não prevê a manutenção preventiva desse componente. A necessidade ou não do serviço vai depender dos cuidados dados ao automóvel. Geralmente, não é preciso, desde que o dono do carro mantenha a manutenção do veículo em dia (seguindo as recomendações de fábrica) e use sempre combustível de boa qualidade.

O serviço só deve ser executado se, depois de checados todos os outros itens dos sistemas de ignição e de alimentação (como velas, cabos de velas, bomba elétrica, filtros, sistema de ignição, sensores eletrônicos etc.), o carro apresentar os seguintes sintomas: engasgos frequentes, consumo excessivo, perda de potência e dificuldade na partida a frio.

Qualidade da gasolina

As gasolinas adulterada e envelhecida - caso de pessoas que enchem o tanque a cada abastecida e rodam muito pouco com o carro - estão entre as principais causas de entupimento no sistema de alimentação. O uso frequente de produto batizado - em que o solvente é misturado ao combustível - dissolve a camada interna de borracha das mangueiras e libera resíduos que vão se alojar nos bicos injetores, obstruindo os pulverizadores.

Já a gasolina velha, que fica muito tempo parada no tanque, cria uma película de goma, que também se aloja nos bicos, e “cola” a válvula injetora, reduzindo a passagem do combustível para os cilindros. Esse tipo de problema é mais difícil de acontecer com o álcool (no caso dos carros Flex), que costuma ser batizado com água. Mas isso não quer dizer que esteja livre disso, explica o engenheiro Wilson Ferreira, da oficina Manauto, da zona oeste de São Paulo.

Em ambas as situações, os bicos deveram ser desmontados, limpos, e ter a sua vazão equalizada.

Para evitar panes desse tipo, abasteça sempre com gasolina de boa qualidade (se possível, do tipo aditivada), em postos conhecidos e de bandeiras confiáveis.

Você já enfrentou esse tipo de problema em seu carro?

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Ar-condicionado do carro exige limpeza a cada ano

terça-feira, março 17th, 2009
Sistema de ar-condicionado digital do Fiat Linea (Divulgação)

Sistema de ar-condicionado digital do Fiat Linea (Divulgação)

O verão é o período em que mais se utiliza o ar-condicionado do carro. Só que não basta só usá-lo, também é preciso mantê-lo sempre limpo para eliminar a ação de bactérias e fungos dentro da cabine. Para evitar doenças e a contaminação, os especialistas recomendam que se faça a higienização do sistema a cada ano ou 15.000 km. Quem trafega por estradas de terra deve reduzir pela metade esse período.

A maior parte desses problemas é causada pela umidade natural formada no evaporador (resfriador) do ar-condicionado, por onde passa o ar. A sujeira que vem de fora do veículo em contato com a água cria um ambiente propício para o desenvolvimento de infestações, que provocam doenças respiratórias, como tosse, gripe e até pneumonia.

Para desinfetar o aparelho é preciso limpar a “caixa de ar” e aplicar fungicida em dutos internos. Em geral, se sabe que chegou a hora de mexer no equipamento quando surge um mau cheiro assim que o climatizador é ligado. Significa que o sistema de circulação de ar está sujo e o filtro de cabine saturado.

O serviço de higienização custa em torno de R$ 90 e deve ser acompanhado da troca do filtro antipólen, que sai entre R$ 30 a R$ 35 (preços cobrados para carros pequenos), responsável pela retenção de resíduos externos.

A fim de manter o sistema esterelizado por mais tempo, uma dica é desligar o ar com o carro em movimento cinco minutos antes de estacionar. Pela manhã, ligue primeiro o carro e alguns minutos depois o ar condicionado. Esse procedimento deixa os dutos de circulação secos e livre de mofo.

A cada quinze dias, ligue o ar quente por alguns minutos para retirar a umidade interna e impedir a proliferação de bactérias. Quem usa com frequência a função de recirculação, deve abrir de vez em quando o vidro para permitir a renovação do ar e evitar a sua saturação. No caso de fumantes, reduz a impregnação da cabine pelo odor do cigarro.

Você já se sentiu incomodado pelo cheiro do ar-condicionado de seu carro?

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Fim de férias: é hora de dar um trato no carro

terça-feira, fevereiro 3rd, 2009

 

Muita lama exige uma lavagem mais apurada (Reprodução/ Internet)

Muita lama exige uma lavagem mais cuidadosa (Mr.Seco/Reprodução)

As férias escolares acabaram. Para quem rodou por estradas de terra, enfrentou lama ou areia de praia é hora de dar um bom trato no carro. Em qualquer um dos casos, o automóvel deve passar por uma boa lavagem de chassi e carroceria, além de uma cuidadosa limpeza de forrações e do revestimento dos bancos. E lembre-se, ruídos estranhos surgidos após a viagem pedem que o carro seja levado a uma oficina para uma inspeção mais rigorosa.

Quem trafegou por estradas de terra e engoliu muita poeira, além da lavagem completa, deve conferir o estado dos pneus (pedras costumam provocar cortes nas laterais) e o alinhamento de direção. Quedas em buracos mais profundos, batidas de roda em pedras, por exemplo, costumam alterar a geometria, romper buchas e até empenar os braços de suspensão.

Aproveite que o carro vai subir no elevador do posto e dê uma olhada embaixo. Raspadas no chassi também podem danificar peças das partes inferiores do carro, principalmente suportes e canos de escapamento, além do catalisador. 

Também é recomendado limpar ou trocar o filtro de ar. Se o carro rodou muito, carregou carga máxima ou foi muito solicitado na terra, o ideal é substituir também o filtro de óleo e o lubrificante do motor.

Para quem pegou muita lama pelo caminho, a dica é lavar bem o chassi e lubrificar pinos e feixes de molas (se houver  no seu veículo) com graxa. O radiador também deve ser verificado quanto a presença de amassados na colméia ou mesmo de barro, que fica retido entre as aletas e prejudica a refrigeração. A lavagem desse componente deve ser feita com muito cuidado para danificar as placas de alumínio.

Muita poeira ou lama também pede a lavagem do motor - evite postos que utilizam detergentes fortes para retirar a sujeira, pois desgastam a tinta dos componentes e provocam corrosão de peças metálicas e de itens de borracha.

Em carros atuais, equipados com injeção de combustível, a lavagem deve ser feita com muito cuidado para não provocar pane na central e nos sensores eletrônicos. O jato da mangueira deve ser de baixa pressão e não pode ser dirigido diretamente para esses componentes, que devem ser protegidos com sacos plásticos.

Se o carro transitou à beira mar, na areia, ou em cidades de praia, a lavagem completa deve ser acompanhada da pulverização do chassi com óleo de mamona.

O que mais você acha que deveria ser inspecionado no carro?

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