Archive for the ‘Escolha do carro’ Category

Dono protesta do consumo do novo Honda Civic

terça-feira, março 23rd, 2010

Estava andando hoje pelos lados de Moema, na Zona Sul de São Paulo, quando vi na garagem de um escritório um Honda New Civic, com um longo texto colado no vidro traseiro (ver foto acima, feita com um celular). Não, o carro não estava à venda. Era um protesto do dono, que se mostrava indignado com o alto consumo do motor do seu veículo. A inscrição de protesto dizia o seguinte: “Procurei Design, tecnologia e economia. Encontrei 3,7 km/litro (o carro é Flex). Realize o seu sonho. Compre um New Civic. Eu… vou trocar por um Toyota.”

Na semana passada, conversando com um comerciante de veículos, fiquei sabendo da fama de beberrão do modelo. Ele me disse que tem recebido muitas reclamações de proprietários arrependidos de terem comprado o New Civic, porque consome muito combustível. Não chega aos pés do antigo Civic, esse sim considerado um carro econômico para a sua categoria.

Você que tem um New Civic, o que acha do consumo de seu carro?

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O melhor test-drive está no dia-a-dia com o carro

quinta-feira, fevereiro 25th, 2010

Test-drive Fiat Stilo (Foto: Blog AutoEstrada)

Test-drive com o Fiat Stilo (Foto: Blog AutoEstrada)

A imprensa especializada participa de uma série de lançamentos de carros a cada ano. Em geral, esses eventos consistem de uma apresentação técnica, onde a fábrica explica o projeto e pontos de destaque do novo modelo, e de um test-drive, que é chamado por alguns profissionais da área de avaliação.

Nessas ocasiões, o jornalista roda apenas algumas horas com o veículo e na maioria das vezes em autódromos, pistas especiais, trajetos determinados ou roteiros predefinidos de estradas. Há casos de montadoras que permitem apenas dar algumas voltinhas em torno da fábrica. Só depois de algum tempo, que pode variar de uma semana a até alguns meses, é que o carro chega à Redação para um período mais longo e aprofundado de “teste”.

Devido a essa limitação, fica difícil para quem faz o primeiro contato com o carro no lançamento tirar conclusões consistentes sobre o seu comportamento. O contrário acontece com as revistas especializadas, que recebem as novidades em primeira mão, com até um mês de antecedência, e têm tempo de sobra para conhecê-las e medir seu desempenho com aparelhos especiais. A maioria (grande parte dos jornais, suplementos e sites de internet) conhece mesmo o veículo na hora.

Estou falando tudo isso porque entre janeiro e fevereiro rodei mais de 1.500 quilômetros, num percurso alternando cidade e estrada, com dois modelos da Fiat, o Siena 1.0 EL e o Stilo 1.8 BlackMotion. O melhor test-drive é aquele que você faz reproduzindo o seu dia-a-dia e isso demanda um bom tempo atrás do volante do carro. Num período alternado de duas semanas de avaliação, fui de um extremo ao outro. Comecei guiando um sedã popular e, depois de um intervalo de tempo, terminei com um hatch médio de luxo.

Eu, que tinha como referência os modelos mais atuais da Ford (inclua-se na lista Fiesta e EcoSport), utilizados por mim durante alguns anos, fiquei surpreso com a dirigibilidade desses modelos da Fiat, no que toca a posição de dirigir, acerto da suspensão, precisão de engates e respostas rápidas do volante e dos freios. Mas isso não pode ser considerada uma exclusividade da marca de origem italiana. Esse mesmo padrão é encontrado hoje na nova linha de compactos da Volkswagen (geração G5, linha Fox, Polo e Golf), na linha Fiat mais recente (Punto e Linea) e na nova geração Chevrolet, entre outros.

Não me considero um consumidor fiel de uma determinada fábrica. Já tive carros de diversas marcas. Acho que todos eles têm as suas virtudes e os seus defeitos. Como costumo falar, não existe o veículo perfeito, mas aquele com o qual a gente se sente bem e seguro ao dirigir.

Hoje, os carros nacionais mais modernos estão em pé de igualdade em termos de projeto e de qualidade. Eles só ficam devendo em tecnologia, principalmente no que se refere à eficiência e rendimento dos motores, em grande parte (não são todos, é claro) ultrapassados. Mas essa realidade deve mudar nos próximos dois anos, com a chegada de uma nova família de motores da Ford, Fiat, VW e General Motors.

O carro ideal para quem tem filhos pequenos

terça-feira, abril 14th, 2009

Criança brinca com mesinha no carro (Imaginarte/Divulgação)

Criança brinca com mesinha no carro (Imaginarte/Divulgação)

A chegada dos filhos traz uma série de mudanças na vida dos pais, como alteração de hábitos, horários, programas, lazer e viagens de fim de semana. Em muitos casos, ela vem acompanhada de uma outra exigência: a troca do carro. Realmente, para sair com um pequeno a bordo é preciso carregar um monte de coisas, como cadeirinha, carrinho, sacolas, brinquedos, fraldas, casacos, cobertas e outros, que ficam mais difíceis de transportar se o veículo for um hatch, por exemplo.

Para pessoas e amigos que passam por essa fase eu recomendo a aquisição de um sedã, perua ou minivan. A principal vantagem dos sedãs e das peruas está na grande capacidade do porta-malas, às vezes até maior que os das minivans compactas. Para abrigar objetos mais volumosos, os encostos dos bancos traseiros devem ser necessariamente bipartidos.

Eu, particularmente, prefiro a minivan (há quem não concorde). Em geral, elas trazem grande área para bagagens, porta-malas mais altos e, dependendo do modelo, permitem modificar as configurações de posição dos bancos.  Mesmo as que possuem bancos traseiros só com encostos dobráveis são uma opção.

Os outros pontos favoráveis são o teto mais elevado que nos carros convencionais, maior espaço interno,  mobilidade das pessoas dentro da cabine e, em alguns casos, mesinhas rebatíveis nos encostos dos bancos. Essas mesmas qualidades podem ser encontradas em alguns utilitários-esportivos compactos e multivans.

A minivan (assim como esses dois modelos citados acima) ainda traz uma vantagem adicional: quando as crianças estiverem mais crescidas, dá para instalar um DVD no teto. Um bom filme infantil ou desenho acalma os pequenos e acaba com choros e brigas.

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Chegada do novo Honda Fit

quarta-feira, outubro 22nd, 2008

Nova Honda Fit estréia no Salão do Automóvel de São Paulo

Novo Honda Fit estréia no Salão do Automóvel de São Paulo

Meu pai quer trocar o carro dele por um Honda Fit. Soube que o modelo 2009 será bem diferente. Ele não se importa em ter o modelo atual, desde que não desvalorize muito. O ideal seria ele esperar o novo ser lançado e aí pagar mais barato pelo modelo 2008. Quando isso deve acontecer?

Beatriz Pereira

Realmente, o novo Honda Fit está chegando. Ele vai ser apresentado a partir de 30 de outubro no Salão do Automóvel de São Paulo. O modelo vem todo reestilizado (sem perder a identidade do atual), com muitas mudanças, carroceria mais encorpada e mais espaço interno. Os motores devem ficar mais potentes.Se o seu pai não se importa em ter o modelo novo, a melhor opção é comprar agora a versão atual e pedir um bom desconto para compensar eventuais defasagens no futuro. Em geral, os especialistas em mercado afirmam que esse abatimento deve girar em torno de 10% a 15%.

O motor 1.4 (de 80 cavalos) é o mais econômico e tem sistema Flex. O 1.5 16V (de 105 cv, só a gasolina) é pra quem aprecia um melhor desempenho: ou seja, mais potência, velocidade e arrancadas mais rápidas. A versão 1.4, ano/modelo 2008 (equipada com câmbio mecânico), estava sendo vendida por volta de R$ 45 mil (preço cheio). Já vem completa de fábrica, com ar-condicionado, direção hidráulica, airbag, vidros e travas com acionamento elétrico.

Em tempo: o Honda Fit é um carro bem conceituado no mercado. Tem confiabilidade mecânica, baixo índice de manutenção, é econômico e versátil. Não é a toa que é mais procurado em sua categoria. Isso assegura um bom valor na hora da revenda.

 

Você trocaria seu carro usado por um zero km defasado?

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Entre o asfalto e a terra

quinta-feira, outubro 16th, 2008

Segunda geração do Honda Fit vai estar no Salão do Automóvel de São Paulo

Tenho uma casa de campo no interior e às vezes, quando passeio por lá, pego trechos de terra. Como pretendo trocar de carro, fiquei dividida entre o Chevrolet Tracker e o Honda Fit. Um vendedor me disse que o modelo japonês ia mudar bastante para 2009.  

Estela Ladner 

São dois veículos de características diferentes. O Tracker é um utilitário-esportivo com tração 4×4. Um verdadeiro jipe, próprio para quem tem chácara ou sítio e pega estradas de terra. O Fit é um hatch com configurações de bancos e aproveitamento de espaço de uma minivan compacta. O modelo da Honda é um carro de cidade e de estrada. Não serve para pisos de terra esburacados, pois tem a carroceria muito baixa e raspa o chassi no chão.

O Tracker na verdade é um Grand Vitara, produzido pela Suzuki japonesa. Ele vem do Japão, é montado na Argentina, onde recebe o logotipo Chevrolet, e vendido no Brasil. Seu projeto data dos anos 90 e está meio defasado, apesar de ser um “trator” no fora-de-estrada. Com o retorno da Suzuki ao país, um novo modelo, maior e mais atual (e bem mais caro), passará a ser vendido. Não se sabe ainda se a Chevrolet continuará a vender o modelo antigo por aqui.

Já o Fit passou por uma grande reestilização e ganhou uma carroceria mais longa. O modelo está sendo apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, no final de outubro. Essa nova versão substituirá a atual, com um preço um pouco mais elevado. Mas se você se decidir pelo Fit e desejá-lo comprar agora, aproveite para pedir um bom desconto. Restam poucas unidades nas revendas.

O que você acha de um novo Honda Fit, maior que o atual?

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Sedã ou esportivo, uma questão só de estilo?

quinta-feira, outubro 16th, 2008

Citroën VTR, a versão esportiva e exótica do C4

A  minha sogra quer comprar um automóvel zero-quilômetro. Ela está em dúvida se escolhe o novo Honda Civic ou o Citroën C4 VTR. Qual dos dois modelos é mais indicado para ela?

Márcio Coutinho

O Blog do Autoestrada tem como regra não indicar marcas ou modelos de carros, já que essa opção é bastante subjetiva. O que fazemos é dar  informações para que o consumidor tenha elementos e referências para fazer a sua escolha ou opção de compra. Pra começar, Honda Civic é um sedã de quatro portas e o Citröen é um hatch de duas portas, dois carros com propostas completamente diferentes. O primeiro é  opção ideal para a família. O outro tem uma utilização mais individual, já que tem uma proposta mais esportiva.

O Civic é modelo mais vendido em seu segmento e traz o apelo de confiabilidade e da baixa manutenção das marcas japonesas. Os Citroën são conhecidos pela ousadia do design e algumas inovações tecnológicas exclusivas. A versão C4 VTR traz na tampa traseira um vidro em forma de “L†invertido, que divide opiniões. Até o Salão do Automóvel de São Paulo, que se inicia no dia 30 de outubro, deve chegar ao mercado o C4 hatch de quatro portas, com desenho parecido com o do C3, bem mais harmonioso e atraente.

Já o sedã japonês tem um design ousado, quase futurista, que também não deve agradar ao público mais conservador. É o que costumo dizer, a compra sempre envolve o lado racional e o lado emocional. Sei de casos de pessoas que compraram um carro porque se apaixonaram pelo desenho ou estilo de um farol. Ou porque o modelo era uma novidade ou passava apelo de exclusividade. Neste caso, não há argumento que impeça o negócio. Gosto não se discute…

O que você acha do estilo do Honda Civic e do Citröen C4 VTR?

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